Relatório da Human Rights Watch aponta que submunições que não explodem acabam se tornando um tipo de mina terrestre
A organização não governamental Human Rights Watch relatou que 689 civis morreram ou ficaram feridos na Ucrânia, entre fevereiro e julho de 2022, devido à ataques russos com munições cluster (de fragmentação). A constatação foi publicada na última quinta-feira (25) no relatório global de 100 páginas do Monitor de Munições Cluster 2022.
As munições cluster espalham dezenas de fragmentos no ar após serem disparadas. As submunições que não explodem acabam se tornando um tipo de mina terrestre. Mesmo depois de anos, a munição permanece ativa e ainda pode matar pessoas em um contato acidental.
O relatório defende a ideia de que a Rússia e a Ucrânia devem aderir ao tratado internacional de 2008 que proíbe o uso desse armamento. O documento foi ratificado por 110 países, enquanto outros 13 estão no processo inicial de assinatura.
Just leaving Ukraine after another 3 week trip, this time on the southern front around Mykolaiv. Founds lots of cluster munition attacks, missile strikes, and civilian deaths that haven’t made the news. Little rural towns are getting pounded. More to come. pic.twitter.com/LP4A9wKkS4
— Brian Castner (@Brian_Castner) July 14, 2022
De acordo com o levantamento, “centenas de ataques russos com munições cluster foram documentados ou relatados em pelo menos 10 das 24 regiões ucranianas. (…) As forças ucranianas também parecem ter usado o armamento em pelo menos duas ocasiões.”
“Em 2021, pela primeira vez em uma década, não foram registradas novas vítimas de ataques com munições do tipo. Mas fragmentos remanescentes deixaram 147 mortos em oito países, sendo que dois terços deste total são crianças”, completa o relatório. O texto ainda aponta que a guerra na Ucrânia é a grande responsável pelo aumento no número de vítimas.
De acordo com o levantamento, “centenas de ataques russos com munições cluster foram documentados ou relatados em pelo menos 10 das 24 regiões ucranianas. (…) As forças ucranianas também parecem ter usado o armamento em pelo menos duas ocasiões.”
“Em 2021, pela primeira vez em uma década, não foram registradas novas vítimas de ataques com munições do tipo. Mas fragmentos remanescentes deixaram 147 mortos em oito países, sendo que dois terços deste total são crianças”, completa o relatório. O texto ainda aponta que a guerra na Ucrânia é a grande responsável pelo aumento no número de vítimas.
Fonte: R7 Foto: REPRODUÇÕA/INSTAGRAM @BRIAN_CASTNER
Homem é acusado em Portugal de fingir ser jogador de futebol para cometer abusos sexuais
Suspeito foi indiciado por 34 crimes pelo Ministério Público do Porto, entre eles corrupção de menores e pornografia infantil Um homem que [...]
Irã cria incentivo financeiro para aumentar a natalidade
Entre as medidas estão o aumento na licença-maternidade e o acesso a empréstimos sem juros aos novos pais Depois de [...]
Demanda por petróleo deve crescer acentuadamente em 2023, diz IEA
Segundo a agência, o fim da política de covid zero da China vai impactar o crescimento O crescimento da demanda global [...]



