Moscou acusa a Ucrânia de usar bombas contaminadas com material radioativo; ocidente teme uma escalada militar
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, declarou na terça-feira (25) que a Rússia cometerá “um erro incrivelmente grave” se decidir utilizar armas nucleares táticas na guerra contra a Ucrânia.
“A Rússia estaria cometendo um erro incrivelmente grave ao utilizar armas nucleares táticas”, disse o mandatário à imprensa.
O governo russo denunciou a possibilidade de a Ucrânia utilizar uma “bomba suja”, armas que misturam material radioativo aos explosivos convencionais, no seu próprio território para culpar a Rússia pela utilização de armas de destruição em massa e gerar uma resposta dura do Ocidente, uma acusação que Kiev rejeitou e que Paris, Washington e Londres veem como um “pretexto para uma escalada militar russa”.
Questionado sobre esta possibilidade, o democrata disse não poder assegurar que se trata de uma operação encoberta elaborada para parecer que foi realizada por outro.
“Não garanto que seja uma operação de bandeira falsa, ainda não, mas seria um grande erro”, concluiu.
Também conhecida como arma radiológica, bomba suja é um explosivo convencional, como a dinamite, enriquecido com material radioativo que se propaga quando explode, seguindo uma doutrina de utilização semelhante à das armas químicas. Apesar de conterem elementos radioativos, as bombas sujas não são armas atômicas.
Zoológico consegue salvar 80 animais que seriam sacrificados na Ucrânia
Proprietário do local havia anunciado que a estrutura tinha sido seriamente danificada pelos ataques russos Após a declaração de que [...]
Juiz é espancado por atletas durante jogo de basquete nos EUA
Árbitro foi cercado e brutalmente agredido; ele teve de ser encaminhado às pressas para um hospital, no estado da Geórgia [...]
Raposa com raiva é sacrificada após morder nove pessoas no Capitólio, em Washington, D.C.
Entre as pessoas atacadas, estão um jornalista e um congressista americano; autoridades locais também capturaram os filhotes do animal mas ainda [...]



