‘Preciso de apoio para aprovar uma lei que nos permita avançar para a proibição da posse de armas’, disse o presidente do país
O presidente do Chile, Gabriel Boric, anunciou na quarta-feira 1º um plano de segurança nacional que tem o objetivo de proibir a posse de armas em todo o país. A proposta também visa a reformar o Corpo dos Carabineiros (a força policial uniformizada chilena).
“A violência armada não será tolerada em nosso país”, disse o presidente chileno, em discurso no Congresso. “É por isso que nosso Programa Menos Armas, Mais Segurança propõe a limitação radical de seu acesso legal. Preciso de apoio para aprovar uma lei que nos permita avançar para a proibição total da posse de armas e que, ao mesmo tempo, fortaleça o quadro institucional.”
Boric disse que a reforma dos Carabineiros favorecerá a instituição, de maneira que os policiais possam “lutar contra as organizações dedicadas ao tráfico ilegal de armas” e, com isso, “reduzir o sentimento de insegurança” no país.
Forças Armadas em xeque
Em fevereiro, os signatários da Convenção Constitucional do Chile apresentaram uma proposta que visa a abolir as Forças Militares Armadas (FFAA) do país. Em seu lugar, serão instauradas as Forças de Paz e Policiais, subordinadas ao Poder Executivo. O marxista-leninista Boric, eleito presidente no ano passado, dará as cartas no Alto Comando do Exército, visto que também ocupará o cargo de Chefe do Estado-Maior.
“As Forças Armadas devem se incorporar ao processo de mudanças sociais e políticas, de maneira a permitir que a instituição seja de fato dependente do poder democrático civil”, diz o documento.
Fonte: R7 – Revista Oeste Foto: Reprodução/Wikimedia Commons
EUA registram primeiro caso de pólio em décadas
Paciente apresentou sintomas como fraqueza e paralisia e precisou ficar hospitalizado O primeiro caso de poliomielite nos Estados Unidos em [...]
Norte-americanas apelam a ONGs mexicanas para conseguir pílulas abortivas
Para dar conta da demanda, instituição montou uma rede transfronteiriça com cem voluntários Com a revogação, pela Suprema Corte dos [...]
Copa no Catar: ONGs e embaixadas denunciam mortes suspeitas e exploração de trabalhadores
Fifa pode ser obrigada a pagar US$ 440 milhões em indenizações; presidente da entidade nega responsabilidade por condições precárias de trabalho [...]



