Americano substituiu os 60 cigarros que costumava acender pelo dispositivo e teve uma pneumonia bacteriana depois de dez meses
Dustin Fitzgerald, um americano de 42 anos que vive no estado de Indiana, fumava 60 cigarros por dia e, na tentativa de causar menos danos à saúde, decidiu migrar o vício em nicotina para o vape, também conhecidos como cigarro eletrônico.
As bitucas de cigarro, porém, foram substituídas por 12 horas diárias de baforadas saborizadas no dispositivo. Dustin seguiu nesse ritmo por quase um ano até começar a sofrer as consequências da fumaça nos pulmões.
O americano acreditava estar fazendo a troca de um produto conhecido por ser nocivo à saúde por algo que não fosse tão tóxico, mas começou a ter fortes tosses e chegou a perder noites de sono de tão intensas que eram.
Em novembro do ano passado, Dustin decidiu fazer uma consulta médica e foi diagnosticado com bronquite, o que explicaria as tosses que o incomodavam tanto. No mesmo dia em que passou pelo médico, ele começou a tossir sangue e precisou ser levado para a emergência de um hospital.
“Quando eu cheguei lá, o médico me disse que eu tinha perdido 1,5 l de sangue e cogitaram que eu precisaria de uma transfusão”, lembra Dustin ao tabloide Daily Mail.
Ele foi encaminhado para a UTI e recebeu oxigênio, mesmo nessa situação ele tentou fumar um vape e contou à publicação que sentiu um peso de “dez elefantes” quando deu uma tragada e isso o assustou mais do que o sangue que estava tossindo.
No hospital, Dustin foi diagnosticado com pneumonia bacteriana, uma infecção pulmonar grave na qual os alvéolos pulmonares ficam inflamados e às vezes se enchem de líquido, pus e detritos celulares.
Enfrentando essa situação, o americano conclui “simplesmente não vale a pena”.
Do R7.com
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