Trabalhadores rurais holandeses, italianos, poloneses e espanhóis querem o fim das políticas ambientalistas no continente
Os protestos iniciados em junho por agricultores holandeses estão se espalhando pela Europa. Trabalhadores rurais da Itália, da Polônia, da Alemanha e da Espanha também se juntaram às manifestações, que pedem o fim das políticas ambientalistas impostas por Mark Rutte, primeiro-ministro da Holanda. O premiê quer reduzir as emissões de óxido de nitrogênio até 2030. Esse composto químico provém especialmente do esterco e da urina de bovinos e suínos, mas também pode ser observado em fertilizantes.
#Italy : The farmers of Bauern city came to the streets and blocked the roads in protest of the living conditions and new environmental laws.#Bauernproteste #Italien #FarmerProtest #Italy pic.twitter.com/NuRstwtPKO
— PN News (@PN_News_EN) July 7, 2022
🔴POLAND :#VIDEO MASSIVE PROTESTS OF POLISH FARMERS IN WARSAW!
They protested against the government's politics destabilizing production by raising interest rates, which does not stop inflation#Flash #Warsaw #Varsovia #Protests #Protesta #Farmers #Inflation pic.twitter.com/sNLGF5c6Ml
— LoveWorld (@LoveWorld_Peopl) July 8, 2022
Heerenburg Germany 🇩🇪 Netherlands 🇳🇱 Border 💣 #FarmersProtest #boerenprotest 💣 The German Farmer's have jumped on board and met their friends on the border 💣🔥👊 pic.twitter.com/RHxbCrjsex
— 𝙍𝙄𝙎𝙀𝙈𝙀𝙇𝘽𝙊𝙐𝙍𝙉𝙀 (@Risemelbourne) July 6, 2022
Segundo os agricultores holandeses, essa medida resultará na extinção de 30% das fazendas do país. Isso porque os trabalhadores rurais poderiam ser proibidos de usar fertilizantes e teriam de reduzir o número de animais em suas propriedades. A insatisfação dos manifestantes também se justifica pelo fato de as medidas de redução de nitrogênio não serem impostas a outros setores da economia, como o da indústria aérea.
O extremismo ambientalista ameaça o mundo
Reportagem publicada Revista Oeste mostra os perigos do extremismo ambientalista. O Sri Lanka, por exemplo, aderiu à agricultura orgânica e seguiu à risca as práticas sustentáveis de Environmental, Social and Governance (ESG). Como resultado, o país entrou em crise.
Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), 30% dos 22 milhões de cingaleses correm o risco de não ter acesso a alimentos, remédios e combustíveis. A economia está em pedaços, e o governo suspendeu o pagamento de empréstimos estrangeiros. A dívida externa total está acima de US$ 70 milhões.
Fonte: R7 – Revista Oeste Foto: Reprodução/Twitter
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