Decisão é considerada uma derrota para o gigante do varejo, que lutava contra a organização de colaboradores
O grupo é liderado por Chris Smalls, funcionário que ganhou notoriedade protestando contra as condições de segurança do trabalho na empresa durante a pandemia. O trabalhador foi demitido em 2020 sob alegações de infrações das normas de quarentena.
Smalls comemorou a vitória em publicação no Twitter. “Trabalhamos, nos divertimos e fizemos história. Bem-vindo ao primeiro sindicato da Amazon nos Estados Unidos”, afirmou.
Durante a campanha em prol da sindicalização, a empresa tentou inibir a aprovação por meio de reuniões obrigatórias e com cartazes e outras mensagens nos locais de trabalho. A Amazon entende que a organização vai prejudicar as relações diretas entre a companhia e os trabalhadores e não assegura aos funcionários melhores salários ou segurança no emprego.
A expectativa é que o episódio de Nova Iorque abra um precedente nacional em outras bases da empresa. No entanto, durante a semana funcionários de um armazém no Estado do Alabama votaram contra a sindicalização.
Fonte: R7 Redação Oeste Foto: EPA/FRIEDEMANN VOGEL
Wisconsin: polícia diz que atropelamento em desfile não foi ataque terrorista
Darren Brooks, de 39 anos, matou cinco pessoas e deixou outras 48 feridas em um incidente na cidade de Waukesha, [...]
Américas No Ar – 19/11/21
Acompanhe o Américas No Ar de segunda a sexta, às 19h45 (NY). Veja como assistir nos EUA ou Canadá: [...]
Raio-x da imigração: conheça os brasileiros que vivem na Flórida
Veja quem são os brasileiros que escolheram a Flórida para morar. Já são mais de 410 mil de nos últimos [...]

